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PROJETO ESTÁ PARADO NA CÂMARA DESDE 2005 O estatuto propõe cotas raciais, entre outros pontos, para mercado de trabalho, universidades e atores de cinema, publicidade e TV -em alguns casos com reserva de até 20% das vagas. Mas ele gera críticas: após entregar ao governo um manifesto contra o estatuto, a antropóloga Yvonne Maggie disse que o projeto criaria um "racismo de Estado".
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